domingo, 26 de abril de 2009

Do oitavo andar, viu?!

Era uma vez uma menina que vivia no mundo dos se's...
:x

domingo, 19 de abril de 2009

Encanto

"Não tinha tido tempo nem paz pra notar que era frágil o que o prendia." O Círculo - O bravo

terça-feira, 14 de abril de 2009

Faça seu lance

A nostalgia é tão que grande que cria mãos e a toca, as mudanças são refletidas em tudo, tudo. Em meio ao tormento ela espera a hora em que tudo se acalme. A hora em que tudo volte ao seu lugar. Sem saber que já estão lá, no seu lugar. Ela não entende, ela luta para entender.

As prioridades mudaram, os hábitos mudaram, os gostos mudaram. Existe “dor de crescimento” físico, mas muito pior é a dor do crescimento interno. Do crescimento como ser pensante. Descobrir (ou aprender) que as conversas intermináveis sempre terminam; que muitos dos abraços que sonhamos dar e receber ficam no sonho; que algumas coisas tão suas nunca as foram de fato; que o desejo de uma semana sem problemas, sem maus entendidos e de um relógio que ande ao compasso de seu coração são apenas desejos. É um mundo muito maior que o seu, cheio de coisas para conhecer.

Acho até que ela depois de descobrir, entender e aprender que algumas coisas são como são ela veja que sua vida espera ser vivida, que o tempo não vai se regular a seu gosto e que a vida não funciona como em um menu de filme que as escolhas são obvias.Talvez, ela entenda que o brilho encanta e cega, que a gente se arrepende. Mas que tudo isso está no pacote. Nada vai entrar em um ritmo desacelerado porque ela está um pouco cansada; as tentações não vão deixar de aparecer porque ela pode se render a elas. Sim, o mundo continua girando mesmo quando você está tonta.

As coisas iriam ser assim para todo aquele tempo que não cabe em nosso calendário, e chamamos de ‘para sempre’. Já pensou fosse tudo tão fácil?

terça-feira, 17 de março de 2009

Infinitivo

Não que tudo tenha um porquê. E isso ela deveria aprender. Mas suas teorias valem. Fazem do mundo um lugar habitável.
Talvez, seja só a paciência que falta. O fato de o dia parecer ter 48 horas intermináveis. Talvez, seja a vontade de controlar tudo. O tempo, as vontades, as lembranças. Ah, grande erro, criança. O tempo não é seu. E quando você perceber que o momento era seu, ele já vai ter passado. As vontades são vontades, sabe?! E as lembranças fazem de você esse você.
Mas, só talvez, é bom pensar que se pode controlar alguma coisa. Vai que se controla.
Mas, só talvez, por hoje ela queira apenas dormir, não lembrar dos sonhos e não pensar. Pensar em nada. Dormir. Descansar. Recuperar.
Ela sempre gostou de verbos no infinitivo. O problema é escolher os verbos certos.
"A gente tem que entrar nas brigas certas. [...] Se não vale, não brigue..." (Obrigada, xu)

sexta-feira, 6 de março de 2009

Wish you were here

"How I wish, how I wish you were here. We're just two lost souls swimming in a fish bowl, year after year, running over the same old ground. What have we found? The same old fears. Wish you were here." Pink Floyd
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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

O Signo da Cidade

Poema de Sombra (Bruna Lombardi)

Se perdem gestos, cartas de amor, malas, parentes
Se perdem vozes, cidades, países, amigos.
Romances perdidos, objetos perdidos, histórias se perdem.
Se perde o que fomos e o que queríamos ser.
Se perde o momento, mas não existe perda, existe movimento.


Poema lido no filme 'O signo da cidade'. Que tem roteiro da Bruna Lombardi.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Não. Sim. Talvez. O que?!

"A gente pensa que perdeu a razão, que é melhor disfarçar, se libertar. Se culpa por se culpar. Esquece que tudo pode acabar bem."
Tão a minha cara. Se bem que hoje tudo pode ser um pouco minha cara. To sentindo que em mim há tanto de tantos.
E por que eu ia querer ser só um pouco do que sou; por que eu ia querer ser apenas uma, se sou tantas? Por que não simplesmente ser?
Eu poderia citar trilhões de pessoas que me são em alguns momentos. Mas a lista não teria fim. E esse post precisa de um. Na verdade, tudo precisa de um fim. Tenho medo. Medo do fim, sabe? De todos os fins. Mas tenho medo de começos também. Tenho medo.