Quando estudamos Teoria da Comunicação aprendemos a viajar sem sair da cadeira, sem sair da sala de aula. Viajar ali mesmo e em uma dessas viagens conheci as tríades, as categorias que regem o mundo. A primeiridade, a secundidade e terceiridade.
A primeiridade é o frescor da coisa nova, a descoberta, aquilo livre de julgamentos, é o “significante novo”, a descoberta, é o se encantar. (ou não) A secundidade é o choque, o distinguir, é tudo que é percebido pelo homem, ação/reação. “Na secundidade, o presente é definido pela experiência do passado.” E a terceiridade é a organização do choque. “Terceiridade corresponde à camada de inteligibilidade, ou pensamento em signos, através da qual representamos e interpretamos o mundo.”
Tudo isso pra poder entender o porque de o significante novo me encantar taanto; o porque da primeiridade me deixar apaixonada. “É impossivél viver para sempre na primeiridade”, já dizia meu professor de Teoria. Tá, pode até ser, deve até ser... mas é que cansa sair dela e depois voltar. E sair e depois voltar. E sair e nao voltar! O segredo é aceitar que se passa pelas três categorias.
Teoria da Comunicação me faz bem... sem os trabalhos e as aulas interminaveis! x)
:*, ne?!
