Não me reconheço mais como a Sarah do ano passado.
Sabe que é estranho pensar em como se mudou e como se cresceu em um ano.
A vida prega peças, mas a gente nem se liga. Ou melhor, se liga quando já passou.
E filosofando essa semana cheguei a conclusão de que estou em um momento de
porquês. Porque em relação a mim, em ralação aos passos que dou, em relação as coisas que falo, as coisas que defendo(depois não defendo mais), em relação a vida.
Sabe a vida? Pois é. Eu hoje não sei mais o que achar dela.
De onde viemos, para onde vamos, o que estamos fazendo aqui. Sabe que teve uma época que eu respondia tudo isso com a maior convicção do mundo?!
Acho que “eu não sei, eu sinto” nunca se encaixou tão bem em mim.
To revendo conceitos, revendo idéias,
revendo pessoas. Inclusive a minha pessoa. E juro que às vezes cansa pensar tanto.
Mas há de ser uma das fases mais importantes da minha vida. E essa mudança não é palpável, mas é percebida; é antes de tudo, sentida. (?)